sábado, 6 de outubro de 2018

História de Angola


História de Angola
Consulado Geral de Angola em Los Angeles

O actual território de Angola, que pesquisas recentes de investigadores franceses comprovam ter sido habitado desde o Paleolítico Inferior, foi alvo ao longo da sua história de muita movimentação populacional, com sucessivas levas de povos bantos a empurrar para Sul os primitivos autóctones de origem não bantu, os khoi-san, hoje reduzidos a uma população de menos de dez mil pessoas. Essas migrações mantiveram-se mais ou menos regulares até pelo menos os fins do século XIX.
A chegada dos primeiros europeus data de fins do século XV, em 1482, quando o navegador português Diogo Cão aportou a foz do rio Congo ou Zaire. O padrão que ergueu então numa das suas margens em nome do rei D. João II atesta assim o primeiro reconhecimento exterior do reino do Congo. Na sua capital, a ainda hoje existente cidade de Mbanza Congo, no Norte de Angola, o rei recebeu os estrangeiros como amigos e deixou-se converter ao cristianismo, tomando o nome de Afonso I.
Em 1700, segundo os cálculos do historiador Ravenstein, os portugueses dominavam em Angola uma área de 65 mil quilómetros quadrados, a partir do litoral de Luanda e Benguela até 200 quilómetros para o respectivo interior, praticamente com o objectivo único de manter abertas as rotas dos escravos a partir do planalto. Por essa altura, de facto, já os escravos negros eram a principal mercadoria a dominar todo o comércio, sendo "exportados" para Portugal, Brasil, Antilhas e América Central.
Durante os séculos XVIII e XIX, a situação não se altera na essência de maneira significativa, aumentando apenas a área de captura dos escravos, que se estende para o planalto central, e o número dos que eram enviados para fora de Angola.
Em fins do século XVIII, sob o impulso do Marquês de Pombal, o todo-poderoso ministro do Rei de Portugal, uma tímida tentativa foi feita para a exploração de algumas das riquezas do país. Essa tentativa fracassou por falta de apoio local e da própria metrópole mais interessada no desenvolvimento do Brasil com base nos escravos angolanos. Angola teve assim de continuar a manter o seu título de "mina da escravaria" e o seu papel de fornecedora de escravos para as plantações brasileiras.
Como está amplamente demonstrado na correspondência da época entre o rei de Portugal e o rei do Congo, esse primeiro contacto realizou-se entre soberanos iguais em direitos, mostrando-se a sociedade congolesa aberta ao convívio com os recém-chegados e ao funcionamento de uma verdadeira aliança entre Estados organizados.
Só ao longo do século XVI, e depois de contínuos e complicados jogos de sedução, intrigas e traições, se começariam a acentuar os laços de dependência do reino do Congo em relação a Coroa portuguesa.
Do reino do Congo dependiam outros reinos menores mais a Sul, como o da Matamba e o do Ndongo, de cujos soberanos, os Ngola, provirá mais tarde o nome de Angola. A resistência desses três reinos a penetração colonial será praticamente esmagada na segunda metade do século XVII, no curto espaço de 20 anos: Congo (1665), Ndongo (1671) e Matamba (1681).
Contraditoriamente, ao mesmo tempo em que se multiplicam as revoltas contra o comércio de escravos por parte de alguns sobados independentes e dos estados africanos do planalto (que só serão relativamente pacificados mais de um século depois), uma elite económica de origem africana vai-se firmando com base nesse mesmo comércio.
O século XIX foi o das grandes explorações do continente africano e da partilha colonial. As explorações de Serpa Pinto, de Capelo e de Ivens permitiram precisar a cartografia de Angola. A Conferência de Berlim, em 1885, estabeleceu o direito público colonial e tratados entre Portugal, a França, o Estado Livre do Congo (Belga), a Grã-Bretanha e a Alemanha definiram as fronteiras actuais de Angola.
Para a população angolana, a abolição do tráfico da escravatura em 1836 e o fim oficial da condição de escravo em 1878 não alteraram o fundo da questão, continuando a exploração das grandes massas trabalhadoras angolanas por parte do poder colonial a ser feita sob a forma do chamado contrato. Essa situação vai agravar-se com a política colonial do regime de Salazar a partir dos anos 30 do século XX.
Muitas das grandes famílias africanas que se haviam constituído um século antes começam então a perder progressivamente o seu relativo poderio económico, e é significativo que alguns dos seus descendentes tenham sido dos primeiros a envolver-se na fase moderna das lutas de libertação, a partir dos anos 60, ocupando hoje lugares chave no sistema político e económico que se seguiu à proclamação da Independência em 11 de Novembro de 1975.
A situação na actualidade
Angola conseguiu até aqui o que parece ser essencial, ou seja, conseguiu preservar a independência, manter a integridade territorial, lançar as bases de um Estado Democrático de Direito e conquistar a paz, garantindo a unidade e a consciência do seu povo em torno de um projecto nacional, apesar de todas as agressões e de todas as acções de desestabilização que sofreu durante quase 30 anos de guerra.
Para tal o país teve de resistir logo em 1975 a invasão simultânea de dois exércitos, o zairense a Norte e o sul-africano a Sul, à ocupação de parte do seu território pelo exército de Pretória no início dos anos 80 e a desestabilização de longa duração conduzida por um partido armado, a UNITA de Jonas Savimbi, directamente apoiado pelo regime racista da Africa do Sul e, até pelo menos o inicio dos anos 90, por sucessivas administrações norte-americanas.
Enquanto isso as autoridades angolanas foram prestando um apoio constante aos combatentes da Namíbia que lutavam pela sua própria independência, conseguida apenas em 1988, e aos militantes sul-africanos que combatiam o apartheid e pugnavam pela integração racial e a democratização do regime.
Posteriormente impediram, com a intervenção do seu exército, o colapso da República Democrática do Congo, vítima de agressões armadas de dois países vizinhos, e contiveram um maior alastramento do chamado Conflito dos Grandes Lagos, continuando hoje a desempenhar um decisivo papel estabilizador em toda a região central e austral de Africa.
Neste momento, com o advento da paz, com a estabilidade e reconstrução nacional, Angola entrou finalmente numa fase que o seu presidente já teve oportunidade de caracterizar como a da "conquista da paz, consolidação da economia nacional e devolução da dignidade e da esperança a todos os angolanos".
http://www.angolaconsulate-ca.org/v2/historia

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

CONVITE: Solenidade de entrega de Diploma Doutor Honoris Causa Bambambam - 24/01/2018

O Grupo de Igualdade, Cultura, Negritude e Garra Africana - GICNGA (GINGA), convida a todos para

A solenidade de entrega do título Doutor Honoris Causa Bambambam para Ademir Barbosa Junior será no dia 24 de janeiro, às 19 horas, na Câmara Municipal de Limeira, Rua Pedro Zaccaria, 70, Jardim Santa Luiza/Jardim Piratininga/Jardim Nova Itália (próximo à sede da Delegacia da Receita Federal). 

Um pouco sobre Ademir Barbosa Junior (Dermes)

Autor com mais de 70 títulos (04 deles em Portugal, onde presidiu, em 2014, o Fórum Europeu de Umbanda) e 37 revistas especializadas publicados.

Dermes é umbandista, escritor, pesquisador e um dos dirigentes da Tenda de Umbanda Iansã Matamba e Caboclo Jiboia, dirigida por sua esposa, a escritora e blogueira Mãe Karol Souza Barbosa. Mestre em Literatura Brasileira pela USP, onde também se graduou em Letras, é professor, tradutor, revisor, terapeuta holístico, trabalhando principalmente com Reiki (do qual é Mestre), Tarô de Marselha, Baralho Cigano e Numerologia. Já produziu diversos curtas-metragens com a temática dos Orixás e coordenou fóruns, eventos, festas públicas e outros, congregando Umbanda, Candomblé, Pastoral Afro (Igreja Católica), MPB, Ioga, Dança do Ventre e outros segmentos. Ele é presidente da Associação Brasileira de Escritores Afro-religiosos (Abeafro). 

Dermes nasceu em Piracicaba – SP, no dia 02 de agosto de 1972. 

Ele tem percorrido terreiros, instituições e participado de fóruns, inclusive virtuais, gratuitamente, com as palestras “A Umbanda e a Espiritualidade no Terceiro Milênio” e “Teologia de Umbanda e suas dimensões”, em companhia de Mãe Karol, que ministra, também gratuitamente, dentre outras, a palestra “Exus e Pombogiras – Agentes de Luz nas Trevas”.

Contamos com a presença de todos.

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Bambambam, palavra abrasileirada do termo Mbamba, do idioma denominado Kimbundo, falado no antigo reino de Angola, o Ndongo, pelo povo umbundu, governado pela Rainha Njinga.
Significado: Mestre consumado; exímio; sabedor, pessoa que sobressai, o melhor em sua área, o maioral.
Fonte: ASSIS JR, A de. Dicionário Kimbundu-português.Luanda, Ed. Argente, Santos e Cia Ltda, sd.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

GINGA outorga título Doutor Honoris Causa Bambambam a Ademir Barbosa Junior e Mauricio Sebastião Ferreira

O Grupo de Igualdade, Cultura, Negritude e Garra Africana - GICNGA aprovou em 18/12/2017 a outorga de título de Doutor Honoris Causa Bambambam a pessoas com saberes que tenham contribuído para a resistência do povo afro-brasileiro, nas áreas das ciências, letras, artes ou cultura, na comunidade local, no Estado, país, ou comunidade internacional.

Na data de 08/01/2018 foi aprovado o regulamento e indicados e aprovados os primeiros agraciados: Maurício Sebastião Ferreira, Sacerdote Católico, Escritor e Radialista; Ademir Barbosa Junior, Sacerdote Umbandista, Escritor e Produtor Cultural.

A solenidade de entrega do título Doutor Honoris Causa Bambambam para Ademir Barbosa Junior será no dia 24 de janeiro, às 19 horas, na Câmara Municipal de Limeira, Rua Pedro Zaccaria, 70, Jardim Santa Luiza/
Jardim Piratininga/Jardim Nova Itália (próximo à sede da Delegacia da Receita Federal). A entrega do mesmo título a Maurício Sebastião Ferreira, o Padre Maurício (em memória), será em solenidade a ser agenda em data futura.

Um pouco sobre Ademir Barbosa Junior (Dermes)

Autor com mais de 70 títulos (04 deles em Portugal, onde presidiu, em 2014, o Fórum Europeu de Umbanda) e 37 revistas especializadas publicados, sou umbandista, escritor, pesquisador e um dos dirigentes da Tenda de Umbanda Iansã Matamba e Caboclo Jiboia, dirigida por minha esposa, a escritora e blogueira Mãe Karol Souza Barbosa. Mestre em Literatura Brasileira pela USP, onde também me graduei em Letras, sou professor, tradutor, revisor, terapeuta holístico, trabalhando principalmente com Reiki (do qual é Mestre), Tarô de Marselha, Baralho Cigano e Numerologia. Já produzi diversos curtas-metragens com a temática dos Orixás e coordenou fóruns, eventos, festas públicas e outros, congregando Umbanda, Candomblé, Pastoral Afro (Igreja Católica), MPB, Ioga, Dança do Ventre e outros segmentos. Sou presidente da Associação Brasileira de Escritores Afro-religiosos (Abeafro). Nasci em Piracicaba – SP, no dia 02 de agosto de 1972. Tenho percorrido terreiros, instituições e participado de fóruns, inclusive virtuais, gratuitamente, com as palestras “A Umbanda e a Espiritualidade no Terceiro Milênio” e “Teologia de Umbanda e suas dimensões”, em companhia de Mãe Karol, que ministra, também gratuitamente, dentre outras, a palestra “Exus e Pombogiras – Agentes de Luz nas Trevas”.

Um pouco sobre Maurício Sebastião Ferreira (Padre Maurício)

Sacerdote, Filósofo e Teólogo Católico, Padre Maurício dedicou sua vida à causa do povo negro e dos mais necessitados. Quando era seminarista engajou-se no grupo católico Agentes de Pastoral Negros - APNs; Depois de ordenado em 1988, participou de  diversas organizções católicas voltadas para a comunidade negra, como a Pastoral Afro. Em Limeira, na Paróquia Santa Luzia, notabilizou-se pelas diversas obras sociais e pelas chamadas "missas afro". 

Faleceu em 27 de janeiro de 2007.

Bambambam, palavra abrasileirada do termo Mbamba, do idioma denominado Kimbundo, falado no antigo reino de Angola, o Ndongo, governado pela Rainha Njinga e pelo povo umbundu.
Significado: Mestre consumado; exímio; sabedor, pessoa que sobressai, o melhor em sua área, o maioral.
Fonte: ASSIS JR, A de. Dicionário Kimbundu-português.Luanda, Ed. Argente, Santos e Cia Ltda, sd.

Título Doutor Honoris Causa Bambambam - Regulamento

MOVIMENTO GINGA DE LIMEIRA

GRUPO DE IGUALDADE, CULTURA, NEGRITUDE E GARRA AFRICANA - GICNGA

RESOLUÇÃO Nº 001/2018


Aprova regulamento para concessão de título de Doutor Honoris Causa Bambambam do Grupo de Igualdade, Cultura, Negritude e Garra Africana de Limeira - GICNGA, Estado de São Paulo, Brasil.

A DIRETORIA DO GRUPO DE IGUALDADE, CULTURA, NEGRITUDE E GARRA AFRICANA – GICNGA no uso de suas atribuições previstas no seu Estatuto RESOLVE:


Art. 1º. O Grupo de Igualdade, Cultura, Negritude e Garra Africana - GICNGA poderá outorgar o título de Doutor Honoris Causa Bambambam a pessoas com saberes que tenham contribuído para a resistência do povo afrobrasileiro, nas áreas das ciências, letras, artes ou cultura, na comunidade local, no Estado, país, ou comunidade internacional, observado o disposto nesta Resolução, a saber:
I - Pesquisadores nas diversas áreas do saber, cujas pesquisas tenham como temas ou objetos, elementos ou aspectos que contribuem para a resistência do povo afrobrasileiro ou contribuam para a conquista de sua cidadania plena.
II - Pessoas engajados em movimentos sociais e/ou comunitários que produzem conhecimentos específicos relevantes para a resistência ou conquista da cidadania plena;
III - Pessoas que, produzem conhecimentos que contribuem para uma visão singular da vida em sociedade, beneficiando, ainda que indiretamente, o povo afro-brasileiro;
IV - Pessoas falecidas que se se adequam aos incisos I, II e III que receberão o Diploma por representante (Outorga in memoriam).


Art. 2º A Diretoria deliberará sobre proposta de concessão de títulos de Doutor Honoris Causa Bam-bam-bam em sessão ordinária desta organização.

Parágrafo Único. Na hipótese em que, ultrapassada a época de deliberação para concessão de título de Doutor Honoris Causa Bambambam, previsto no caput deste artigo, e que se caracterize a ocorrência de oportunidade excepcional e inadiável, para concessão deste título a determinada personalidade, poderá esta proposta ser deliberada e aprovada em caráter extraordinário, sem observância daquela limitação.

Art. 3° A concessão do título de Doutor Honoris Causa Bambambam será limitada a 05 (cinco) homenageado (a, s) por ano.

§1° Na hipótese em que mais de cinco propostas sejam apresentadas, excedendo o limite estabelecido no caput deste artigo, será agraciado, dentro deste limite, aquele que houver obtido maior número de votos favoráveis, reapresentando-se os demais, no ano subsequente, ao lado das novas propostas que vierem a ser recebidas.

§2º Uma proposta recusada pelo Diretoria poderá ser representada, se, decorridos 02 (dois) anos, novas atividades ou serviços de alta relevância houverem sido prestados pelo indicado.

Art.4º O pedido de concessão de título de Doutor Honoris Causa Bambambam deverá ser acompanhado do curriculum vitae do candidato (a), amplamente fundamentado e apresentado à Diretoria por qualquer membro da própria Diretoria ou do (s) Conselho (s).

Parágrafo Único - A proposta de concessão do título, anexada ao respectivo informe básico, será submetida à Diretoria pelo presidente em exercício, dependendo sua aprovação do voto favorável de, no mínimo metade mais um da totalidade dos membros do Conselho presentes à sessão.

Art. 5° A outorga do título honorífico de Doutor Honoris Causa Bambambam será feita em sessão solene do Grupo de Igualdade, Cultura, Negritude e Garra Africana - GICNGA, sendo o correspondente diploma assinado pelo (a) Presidente em exercício (a) e pelo (a) agraciado (a) e transcritos em livro próprio para tal.

Art. 6º Esta resolução entra em vigor na data de sua aprovação, revogadas as disposições em contrário.


08 de janeiro de 2018.


Bambambam, palavra abrasileirada do termo Mbamba, do idioma denominado Kimbundo, falado no antigo reino de Angola, o Ndongo, governado pela Rainha Njinga e pelo povo umbundu.
Significado: Mestre consumado; exímio; sabedor, pessoa que sobressai, o melhor em sua área, o maioral.
Fonte: ASSIS JR, A de. Dicionário Kimbundu-português.Luanda, Ed. Argente, Santos e Cia Ltda, sd.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Reunião da Diretoria do GICNGA dia 08/01/2018

CONVOCAÇÃO – REUNIÃO

O Presidente em exercício do Grupo de Igualdade, Cultura, Negritude e Garra Africana (GICNGA/GINGA), no uso de seus poderes e atribuições estatutárias, convoca a Diretoria desta instituição para a reunião ordinária a ser realizada na data de 8 de janeiro de 2018, Segunda-feira, das 18h30min às 19h30min, na sede do COMICIN, Rua Treze de Maio sem número (antiga Biblioteca Municipal/Museu), com a seguinte pauta: 1) Aprovação do regulamento de outorga do título Doutor Honoris Causa Bam-bam-bam; indicação de nomes para outorga do título Doutor Honoris Causa Bam-bam-bam; 3) Indicação de datas para outorga do título  Doutor Honoris Causa Bam-bam-bam; 4) Indicação de comissão organizadora da solenidade de entrega do título Doutor Honoris Causa Bam-bam-bam. 5) Informes Gerais.

Diretoria

Presidente: Vladimir Lopes; Vice-Presidente: Joceli Maria dos Santos; Primeira Secretária: Cláudia Maria de Barros; Segunda Secretária: Adriele Elizandra Aparecida Santos; Primeira Tesoureira: Aparecida de Fátima Galvão; Segunda Tesoureira: Michele Norberto Galvão.

Conselheiros

José Benedito de Barros
José Galdino de Souza Clemente
Aline Cristina de SouzaLourenço
Miriam Teresa de Souza
Ataíde Delmiro Soares
Ireunice de Siqueira


Limeira, 02  de janeiro de 2018.

Vladimir Lopes– Presidente
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Preentes: José Benedito de Barros, Ataíde Delmiro Soares, Miriam Teresa de Souza, Ireunice de Siqueira e Joceli Maria dos Santos.

1) Foi aprovado o regulamento de outorga do título Doutor Honoris Causa Bambambam.
2) Foram indicados e aprovados os nomes das seguintes pessoas para receberem o título Doutor Honoris Causa Bambambam: Maurício Sebastião Ferreira, Sacerdote Católico, Escritor e Radialista; Ademir Barbosa Junior, Sacerdote Umbandista, Escritor e Produtor Cultural.
3) A solenidade de entrega do título Doutor Honoris Causa Bambambam para Ademir Barbosa Junior será no dia 24 de janeiro, às 19 horas, na Câmara Municipal, Rua Pedro Zaccaria, 70, Jardim Santa Luiza/Jardim Piratininga/Jardim Nova Itália . A entrega do mesmo título a Maurício Sebastião Ferreira (em memória) será em solenidade a ser agenda em data futura.
4) Informe: Palestra sobre bullyng (Miriam) na data de 10/01/2018: Rua Dr. Trajano, 1424, Centro, Limeira, das 18h30 às 19h30.



Bambambam, palavra abrasileirada do termo Mbamba, do idioma denominado Kimbundo, falado no antigo reino de Angola, o Ndongo, governado pela Rainha Njinga e pelo povo umbundu.
Significado: Mestre consumado; exímio; sabedor, pessoa que sobressai, o melhor em sua área, o maioral.

Fonte: ASSIS JR, A de. Dicionário Kimbundu-português.Luanda, Ed. Argente, Santos e Cia Ltda, sd.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Reunião do GICNGA - 18/12/2017

CONVOCAÇÃO – REUNIÃO

O Presidente em exercício do Grupo de Igualdade, Cultura, Negritude e Garra Africana (GICNGA/GINGA), no uso de seus poderes e atribuições estatutárias, convoca todos os membros desta instituição para a reunião ordinária a ser realizada na data de 18 de dezembro de 2017, Segunda-feira, das 19h00min às 20h00min, na sede do COMICIN, Rua Treze de Maio sem número (antiga Biblioteca Municipal/Museu), com a seguinte pauta: 1) Avaliação anual; 2) Apresentação de projetos para 2018.

Limeira, 08  de dezembro de 2017.

Vladimir Lopes– Presidente

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Presentes: José Galdino de Souza Clemente, José Benedito de Barros, Vladimir Lopes, Miriam Teresa de Souza, Aline Cristina de Souza Lourenço e Joceli Maria dos Santos.
1) IEG: atividades socioeducativas abordando o tema da bullying e empreendedorismo; participação nos conselhos municipais;GINGA: Coral Ginga, com ensaios e apresentações; Dificuldades financeiras.

2) 2018: Ginga: Instituição do título Doutor Honoris Causa Bambambam a ser outorgado àqueles que produzem saberes relevantes para a resistência da comunidade afrobrasileira à opressão; pensar projetos de desenvolvimento econômico sustentáveis; continuar o trabalho do Coral Ginga Musical.
IEG: continuidade dos projetos socioeducativos, com mais engajamento dos membros.

Bambambam, palavra abrasileirada do termo Mbamba, do idioma denominado Kimbundo, falado no antigo reino de Angola, o Ndongo, governado pela Rainha Njinga e pelo povo umbundu.
Significado: Mestre consumado; exímio; sabedor, pessoa que sobressai, o melhor em sua área, o maioral.

Fonte: ASSIS JR, A de. Dicionário Kimbundu-português.Luanda, Ed. Argente, Santos e Cia Ltda, sd.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Limeira terá Conferência Municipal de Promoção da Igualdade Racial e Apresentação do Coral Ginga: 26/08/2017

Comunicamos a todos que no próximo sábado, 26/08/2017, das 9 às 13 horas, será realizado o II COMPIR - Segunda Conferência Municipal de Promoção de Políticas de Igualdade Racial.

A Conferência Municipal de Promoção da Igualdade Racial, que tem como objetivo elaborar propostas para a igualdade racial e a promoção de discussões sobre o tema nos âmbitos municipal, estadual e nacional, irá acontecer no dia 26/08, no Anfiteatro da Biblioteca Municipal de Limeira, no Parque Cidade, pertinho do Ginásio de Esportes Vô Lucato, na Rua Dr. Veloso, sn, Vila São João.
A conferência é uma preparação para o encontro regional, que também será realizado no mês de setembro, e para eventos estaduais e nacionais. Com o tema “O Brasil na década dos afrodescendentes: Reconhecimento. Justiça. Desenvolvimento”. A Conferência Municipal abordará também a garantia de justiça e as discriminações múltiplas sofridas pelos povos afrodescendentes.
A mesma pauta será discutida na IV Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial, a ser realizada em 27 e 30 de maio de 2018, em Brasília.
Ao final do evento serão elaboradas propostas de ações para implementação nos níveis municipal, regional, estadual e nacional.
Na abertura, às 9 horas haverá a apresentação do Coral Ginga Musical.
Contamos com a presença e participação de todos.
José Benedito de Barros
Movimento Ginga de Limeira