quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Assembleia do Grêmio Recreativo Limeirense - 21/11/2018


Edital de Convocação da Assembleia Geral Extraordinária 2018

A Diretoria Do Grêmio Recreativo Limeirense - GRL, representada por seu presidente, no uso de seus poderes e atribuições estatutárias, convoca todos os sócios, conforme o disposto no artigo 7º do Estatuto desta instituição, para a Assembleia Geral ordinária a ser realizada na data de 21 de novembro de 2018, às 18h30min, em primeira convocação, com a maioria dos sócios, e às 19h00min, em segunda convocação, com qualquer número de sócios, em dia com suas obrigações estatutárias e regimentais, na sede do Conselho Municipal dos Interesses do Cidadão Negro de Limeira - COMICIN, à Rua Tiradentes, s/n, esquina com Rua Treze de Maio - Centro, Limeira, Estado de São Paulo, com a seguinte ordem do dia, consoante artigos 15 e 16 o Estatuto da instituição: 1) Homologações de Atos de Gestão da Diretoria; 2) Eleição da(s) Diretoria(s) e Conselho(s) para o período de gestão 2018/2020; 3) Deliberações a respeito de registros de atas de assembleias e reuniões anteriores à data da Assembleia, pendentes de regularização. Sobre o processo eletivo, 1) a(s) chapa(s) deverá(ão) ser apresentadas até a abertura da assembleia, acompanhada das referidas propostas. 2) A eleição será nos termos do Estatuto e do Regimento Interno do Grêmio. 3) A lista dos membros com direito a voz e voto serão expostas no dia da votação, tomando-se por base os membros que participaram da assembleia eletiva de 2016 e/ou foram eleitos ou indicados para a Diretoria(s), Conselho Fiscal e Núcleos de Trabalho para a gestão 2016/2018.
Afixe-se e publique-se.
Limeira, 01 de novembro de 2018. 


Rafael Carlos Galvão

Presidente


André Pinto Rebouças - Engenheiro, Advogado, Deputado...


André Pinto Rebouças nasceu em Cachoeira, Bahia, em 1838. 
Sua mãe, Carolina Pinto Rebouças era filha de André Pinto da Silveira (comerciante) e seu pai, Antônio Pereira Rebouças mestiço afro-português.
André tornou-se engenheiro e como tal, resolveu o problema de abastecimento de água no Rio de Janeiro, que era capital do Império. Foi Deputado, Advogado e Conselheiro de Dom Pedro II, Imperador do Brasil.
Na Guerra do Paraguai, serviu na condição de engenheiro militar, tendo desenvolvido um torpedo que foi utilizado com sucesso.
Juntamente com seu irmão Antônio, outro engenheiro, apresentaram o projeto de uma estrada de ferro que ligaria Curitiba ao litoral paranaense, mais precisamente em Antonina. O projeto foi, depois alterado, para chegar até Paranaguá. Até hoje essa estrada é uma referência em termos de ousadia no campo da engenharia.
Destacou-se como abolicionista, na década de 1880, tendo ajudado na criação da Sociedade Brasileira Contra a Escravidão, juntamente come Joaquim Nabuco, José do Patrocínio, dentre outros. Teve participação também na Confederação Abolicionista. Foi dele também a redação dos estatutos da Associação Central Emancipadora. Juntamente com Visconde de Taunay participou da Sociedade Central de Imigração.
Após a proclamação da República, acompanhou a família imperial rumo a Europa, tenho permanecido lá por dois anos. Em 1892 foi trabalhar em Luanda, Angola; em 1893 foi morar na Ilha da Madeira, na cidade de Funchal. Faleceu em 1898, na Ilha da Madeira, aos 60 anos.

Obras escritas: "Memórias sobre os Caminhos de Ferro da França" e junto com o irmão Antônio  escreve "Estudos sobre Portos de Mar".
André e Antônio (seu irmão) são considerados dois dos maiores engenheiros brasileiros do século XIX.

Fontes:
https://educacao.uol.com.br/biografias/antonio-reboucas.htm 

https://www.ebiografia.com/andre_reboucas/

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Como fazer um gostoso acarajé?


Como fazer um gostoso acarajé?

Acarajé, palavra de origem africana, trazida ao Brasil pelo povo yorubá. Acará, significa “bolinho de feijão fradinho”; “Jé”, significa “comer”.
Reproduzimos abaixo uma receita de acarajé, tão apreciado no Estado da Bahia e em todo Brasil.

(Movimento Ginga de Limeira)

Receita de Acarajé
Ingredientes para o bolinho do acarajé:
1/2kg de feijão fradinho
3 cebolas
Sal e pimenta
Modo de fazer a massa do acarajé:
Deixe o feijão na água por 24 horas. Depois é preciso tirar a casca do feijão e bater tudo no liquidificador. Reserve a massa.
Vatapá:
½ kg de pão francês
1 garrafa de leite de coco de meio litro
2 colheres de azeite de dendê
1 cebola grande
Coentro e cebolinha (meia xícara de cada)
1 xícara de castanha-de-caju
1 xícara de camarão
1 litro de leite
Modo de preparo do vatapá:
Coloque um litro de leite nos pães adormecidos. Pegue todos os outros ingredientes e bata no liquidificador. Coloque na mistura de pão com leite. Misture e leve ao fogo até engrossar. 
Caruru:
10 quiabos em pedacinhos
150g de castanha-de-caju torradas
150g de amendoim torrado
150g de camarão seco
100g de farinha de mandioca
2 colheres de sopa de azeite de dendê
1 tomate
1 cebola
Cheiro-verde (cebolinha, coentro e salsa)
Modo de fazer o caruru:
Coloque o quiabo para cozinhar na água e sal. Depois que ele amolecer, acrescente todos os outros ingredientes.
Vinagrete
2 tomates
2 cebolas
2 pimentões
Modo de preparo do vinagrete:
Corte todos os ingredientes em cubos e misture. Use 1 quilo de camarões médios, fritos à paulista para acompanhar.
Montagem:
Frite pequenas porções da massa de acarajé no dendê e depois recheie com vatapá, caruru, vinagrete e camarão à paulista.

Fonte:
http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2013/11/chef-ensina-como-preparar-o-tradicional-acaraje-baiano.html

sábado, 27 de outubro de 2018

Associação Povo Feliz – Reunião dia 06/11/2018, 19h


Associação Povo Feliz – Reunião dia 06/11/2018, 19h

O Presidente da Associação Povo Feliz, no uso de suas atribuições estatutárias, convoca todos os membros para reunião a ser realizada no dia 06 de novembro 2018, terça-feira, às 19h00, Rua Fortunato Davoli, 433, Parque Residencial Santina Paroli Peccinino II, Limeira, Estado de São Paulo, com a seguinte ordem do dia: 1) Discussões e deliberações sobre o Projeto Natal Sem Fome 2018.
Limeira, 27 de outubro de 2018.

Ataíde Delmiro Soares
Presidente

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Reunião da Diretoria do Grêmio em 01/11/2018 - Edital de Convocação


O Presidente do Grêmio Recreativo Limeirense ,Rafael Carlos Galvão, no uso de suas atribuições estatutárias, convoca a Diretoria Geral para reunião a ser realizada no dia 01 de novembro 2018, quinta-feira, às 18h30, na sede Comicin, Rua Tiradentes, s/n, esquina com Rua Treze de Maio - Centro, Limeira, Estado de São Paulo, com a seguinte ordem do dia: 1) Discussões e deliberações sobre a pauta da Assembleia Geral de eleição da(s) Diretoria(s) e Conselho(s) do Grêmio Recreativo Limeirense para o biênio 2018/2020; 2) Aprovação do Edital de Convocação da Assembleia Geral de eleição da(s) Diretoria(s) e Conselho(s) do Grêmio Recreativo Limeirense para o biênio 2018/2020.

 Atenciosamente,
Rafael Carlos Galvão
Presidente


sábado, 6 de outubro de 2018

História de Angola


História de Angola
Consulado Geral de Angola em Los Angeles

O actual território de Angola, que pesquisas recentes de investigadores franceses comprovam ter sido habitado desde o Paleolítico Inferior, foi alvo ao longo da sua história de muita movimentação populacional, com sucessivas levas de povos bantos a empurrar para Sul os primitivos autóctones de origem não bantu, os khoi-san, hoje reduzidos a uma população de menos de dez mil pessoas. Essas migrações mantiveram-se mais ou menos regulares até pelo menos os fins do século XIX.
A chegada dos primeiros europeus data de fins do século XV, em 1482, quando o navegador português Diogo Cão aportou a foz do rio Congo ou Zaire. O padrão que ergueu então numa das suas margens em nome do rei D. João II atesta assim o primeiro reconhecimento exterior do reino do Congo. Na sua capital, a ainda hoje existente cidade de Mbanza Congo, no Norte de Angola, o rei recebeu os estrangeiros como amigos e deixou-se converter ao cristianismo, tomando o nome de Afonso I.
Em 1700, segundo os cálculos do historiador Ravenstein, os portugueses dominavam em Angola uma área de 65 mil quilómetros quadrados, a partir do litoral de Luanda e Benguela até 200 quilómetros para o respectivo interior, praticamente com o objectivo único de manter abertas as rotas dos escravos a partir do planalto. Por essa altura, de facto, já os escravos negros eram a principal mercadoria a dominar todo o comércio, sendo "exportados" para Portugal, Brasil, Antilhas e América Central.
Durante os séculos XVIII e XIX, a situação não se altera na essência de maneira significativa, aumentando apenas a área de captura dos escravos, que se estende para o planalto central, e o número dos que eram enviados para fora de Angola.
Em fins do século XVIII, sob o impulso do Marquês de Pombal, o todo-poderoso ministro do Rei de Portugal, uma tímida tentativa foi feita para a exploração de algumas das riquezas do país. Essa tentativa fracassou por falta de apoio local e da própria metrópole mais interessada no desenvolvimento do Brasil com base nos escravos angolanos. Angola teve assim de continuar a manter o seu título de "mina da escravaria" e o seu papel de fornecedora de escravos para as plantações brasileiras.
Como está amplamente demonstrado na correspondência da época entre o rei de Portugal e o rei do Congo, esse primeiro contacto realizou-se entre soberanos iguais em direitos, mostrando-se a sociedade congolesa aberta ao convívio com os recém-chegados e ao funcionamento de uma verdadeira aliança entre Estados organizados.
Só ao longo do século XVI, e depois de contínuos e complicados jogos de sedução, intrigas e traições, se começariam a acentuar os laços de dependência do reino do Congo em relação a Coroa portuguesa.
Do reino do Congo dependiam outros reinos menores mais a Sul, como o da Matamba e o do Ndongo, de cujos soberanos, os Ngola, provirá mais tarde o nome de Angola. A resistência desses três reinos a penetração colonial será praticamente esmagada na segunda metade do século XVII, no curto espaço de 20 anos: Congo (1665), Ndongo (1671) e Matamba (1681).
Contraditoriamente, ao mesmo tempo em que se multiplicam as revoltas contra o comércio de escravos por parte de alguns sobados independentes e dos estados africanos do planalto (que só serão relativamente pacificados mais de um século depois), uma elite económica de origem africana vai-se firmando com base nesse mesmo comércio.
O século XIX foi o das grandes explorações do continente africano e da partilha colonial. As explorações de Serpa Pinto, de Capelo e de Ivens permitiram precisar a cartografia de Angola. A Conferência de Berlim, em 1885, estabeleceu o direito público colonial e tratados entre Portugal, a França, o Estado Livre do Congo (Belga), a Grã-Bretanha e a Alemanha definiram as fronteiras actuais de Angola.
Para a população angolana, a abolição do tráfico da escravatura em 1836 e o fim oficial da condição de escravo em 1878 não alteraram o fundo da questão, continuando a exploração das grandes massas trabalhadoras angolanas por parte do poder colonial a ser feita sob a forma do chamado contrato. Essa situação vai agravar-se com a política colonial do regime de Salazar a partir dos anos 30 do século XX.
Muitas das grandes famílias africanas que se haviam constituído um século antes começam então a perder progressivamente o seu relativo poderio económico, e é significativo que alguns dos seus descendentes tenham sido dos primeiros a envolver-se na fase moderna das lutas de libertação, a partir dos anos 60, ocupando hoje lugares chave no sistema político e económico que se seguiu à proclamação da Independência em 11 de Novembro de 1975.
A situação na actualidade
Angola conseguiu até aqui o que parece ser essencial, ou seja, conseguiu preservar a independência, manter a integridade territorial, lançar as bases de um Estado Democrático de Direito e conquistar a paz, garantindo a unidade e a consciência do seu povo em torno de um projecto nacional, apesar de todas as agressões e de todas as acções de desestabilização que sofreu durante quase 30 anos de guerra.
Para tal o país teve de resistir logo em 1975 a invasão simultânea de dois exércitos, o zairense a Norte e o sul-africano a Sul, à ocupação de parte do seu território pelo exército de Pretória no início dos anos 80 e a desestabilização de longa duração conduzida por um partido armado, a UNITA de Jonas Savimbi, directamente apoiado pelo regime racista da Africa do Sul e, até pelo menos o inicio dos anos 90, por sucessivas administrações norte-americanas.
Enquanto isso as autoridades angolanas foram prestando um apoio constante aos combatentes da Namíbia que lutavam pela sua própria independência, conseguida apenas em 1988, e aos militantes sul-africanos que combatiam o apartheid e pugnavam pela integração racial e a democratização do regime.
Posteriormente impediram, com a intervenção do seu exército, o colapso da República Democrática do Congo, vítima de agressões armadas de dois países vizinhos, e contiveram um maior alastramento do chamado Conflito dos Grandes Lagos, continuando hoje a desempenhar um decisivo papel estabilizador em toda a região central e austral de Africa.
Neste momento, com o advento da paz, com a estabilidade e reconstrução nacional, Angola entrou finalmente numa fase que o seu presidente já teve oportunidade de caracterizar como a da "conquista da paz, consolidação da economia nacional e devolução da dignidade e da esperança a todos os angolanos".
http://www.angolaconsulate-ca.org/v2/historia

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

CONVITE: Solenidade de entrega de Diploma Doutor Honoris Causa Bambambam - 24/01/2018

O Grupo de Igualdade, Cultura, Negritude e Garra Africana - GICNGA (GINGA), convida a todos para

A solenidade de entrega do título Doutor Honoris Causa Bambambam para Ademir Barbosa Junior será no dia 24 de janeiro, às 19 horas, na Câmara Municipal de Limeira, Rua Pedro Zaccaria, 70, Jardim Santa Luiza/Jardim Piratininga/Jardim Nova Itália (próximo à sede da Delegacia da Receita Federal). 

Um pouco sobre Ademir Barbosa Junior (Dermes)

Autor com mais de 70 títulos (04 deles em Portugal, onde presidiu, em 2014, o Fórum Europeu de Umbanda) e 37 revistas especializadas publicados.

Dermes é umbandista, escritor, pesquisador e um dos dirigentes da Tenda de Umbanda Iansã Matamba e Caboclo Jiboia, dirigida por sua esposa, a escritora e blogueira Mãe Karol Souza Barbosa. Mestre em Literatura Brasileira pela USP, onde também se graduou em Letras, é professor, tradutor, revisor, terapeuta holístico, trabalhando principalmente com Reiki (do qual é Mestre), Tarô de Marselha, Baralho Cigano e Numerologia. Já produziu diversos curtas-metragens com a temática dos Orixás e coordenou fóruns, eventos, festas públicas e outros, congregando Umbanda, Candomblé, Pastoral Afro (Igreja Católica), MPB, Ioga, Dança do Ventre e outros segmentos. Ele é presidente da Associação Brasileira de Escritores Afro-religiosos (Abeafro). 

Dermes nasceu em Piracicaba – SP, no dia 02 de agosto de 1972. 

Ele tem percorrido terreiros, instituições e participado de fóruns, inclusive virtuais, gratuitamente, com as palestras “A Umbanda e a Espiritualidade no Terceiro Milênio” e “Teologia de Umbanda e suas dimensões”, em companhia de Mãe Karol, que ministra, também gratuitamente, dentre outras, a palestra “Exus e Pombogiras – Agentes de Luz nas Trevas”.

Contamos com a presença de todos.

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Bambambam, palavra abrasileirada do termo Mbamba, do idioma denominado Kimbundo, falado no antigo reino de Angola, o Ndongo, pelo povo umbundu, governado pela Rainha Njinga.
Significado: Mestre consumado; exímio; sabedor, pessoa que sobressai, o melhor em sua área, o maioral.
Fonte: ASSIS JR, A de. Dicionário Kimbundu-português.Luanda, Ed. Argente, Santos e Cia Ltda, sd.